Tu muito sofreste
E muito perdeste
Nesta vida ingrata
Que aos poucos te mata
Sem sequer hesitar.
Mas porque tanto te amo
Tento agradar
E sempre te chamo
Porque preciso de ti
E tu precisas de mim,
De mim e dos manos.
Penso que todos precisamos
Uns dos outros
E descobrimos aos poucos
Que muito nos amamos.
Que quando estamos doentes,
Tristes ou carentes,
Felizes e contentes,
Nós estamos sempre presentes.
Esta vida madrasta
Que aos poucos nos arrasta
Vamos ter que abandonar,
E (re)começar a viver,
Parar de sofrer,
Voltar a amar.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
o poema pa não variar está muito bom e acima de tudo concordo contigo...(; bjs
ResponderEliminar